O Colégio de Presidentes e Corregedores de Tribunais Regionais do Trabalho (Coleprecor) é uma entidade sem fins lucrativos que tem o objetivo de defender os princípios e funções da Justiça do Trabalho, além de promover a integração entre os regionais e de aprofundar estudos sobre temas administrativos e jurídicos.

Desde novembro de 2017, o presidente do TRT-2, desembargador Wilson Fernandes, assumiu também a Presidência do Coleprecor. Nestes dias 7 e 8 de fevereiro, foram realizadas as primeiras reuniões presenciais do ano, na sede do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília-DF.

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Des. Paulo Pimenta (vice-presidente do Coleprecor), des. Wilson Fernandes (presidente do Coleprecor) e
des. Samuel Hugo Lima (secretário-geral do Coleprecor)

Presente na manhã do primeiro dia, o presidente do TST, ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, informou os regionais acerca da autorização, conforme a Lei Orçamentária Anual, da disponibilidade para ocupação de cargos vagos nos TRTs de todo o país. No primeiro semestre deste ano, ao todo, os órgãos poderão preencher um total de 235 postos de servidores. As informações específicas para o TRT da 2ª Região serão enviadas pelo TST via ofício ainda em fevereiro, e então serão divulgadas.

As demais discussões do Coleprecor envolveram a promoção da celeridade e efetividade da Justiça do Trabalho, por meio da versão 2.0 do Processo Judicial Eletrônico, e também de uma nova ferramenta apresentada, o Igest - Índice Nacional de Gestão de Desempenho da Justiça do Trabalho. O sistema eletrônico visa a sintetizar indicadores como acervo, celeridade, produtividade e taxa de congestionamento em relação à força de trabalho das unidades judiciárias, com a finalidade de contribuir para o aprimoramento da gestão das varas do trabalho do país.

Próxima gestão

Também compareceram ao encontro os ministros João Batista Brito Pereira e Lelio Bentes Pereira, que assumirão, no fim deste mês, a Presidência e a Corregedoria do TST, respectivamente.

Na ocasião, ambos destacaram a necessidade do fortalecimento da Justiça do Trabalho e o empenho para que ela se torne ainda mais célere e efetiva para a população. Reforçaram, ainda, a manutenção de um diálogo aberto e a construção de uma gestão conjunta com todos os tribunais do trabalho.